As conferências de políticas públicas são espaços amplos e democráticos de discussão das políticas, gestão e participação. Sua principal característica é reunir governo e sociedade civil organizada para debater e decidir as prioridades nas políticas públicas nos próximos anos. Na medida em que os diversos segmentos envolvidos com o assunto em questão participam do debate promovido na realização de uma conferência, pode-se estabelecer um pacto para alcançar determinadas metas e prioridades, além de abrir um espaço importante de troca de experiências. Podem ser realizadas conferências em âmbito municipal, estadual e federal. A realização de uma conferência não é algo isolado, mas é parte de um processo amplo de diálogo e democratização da gestão municipal. Deve estar ligada a outros instrumentos de participação, como conselhos municipais, orçamento participativo, audiências públicas, referendos e plebiscitos. As conferências podem ter objetivos específicos distintos, dependendo das necessidades existentes em cada local. Podem ser utilizadas para planejar, implementar e avaliar diversas questões municipais. A diretriz de todas elas, no entanto, deve ser assegurar ampla participação da sociedade na elaboração das políticas municipais.
As conferências podem subsidiar o planejamento de diferentes áreas como política de desenvolvimento urbano, saúde, desenvolvimento econômico, educação, assistência social, dentre outras, ou, ainda, para desenvolver o Plano Plurianual. Independentemente da área à qual estejam relacionadas, têm algumas características em comum:
a) Definir princípios e diretrizes das políticas setoriais: os participantes da conferência devem traçar um plano estratégico para o setor, definindo as prioridades da secretaria para os próximos anos.
b) Avaliar programas em andamento, identificar problemas e propor mudanças, para garantir o acesso universal aos direitos sociais.
c) Dar voz e voto aos vários segmentos que compõem a sociedade e que pensam o tema em questão.
d) Discutir e deliberar sobre os conselhos no que se refere a formas de participação, composição, proposição da natureza e de novas atribuições. Os delegados das conferências também podem indicar os membros titulares e suplentes, opinar sobre sua estrutura e funcionamento e recomendar a formação de comitês técnicos.
e) Avaliar e propor instrumentos de participação popular na concretização de diretrizes e na discussão orçamentária.
As assistentes sociais, psicólogas, educadoras e educandos do CEPROMM, apresentaram na VII Conferência Municipal de Assistência Social de Campinas e Pré – Conferência da Região Sudoeste, a peça teatral “COMO SUA FALAR DO SUAS”, texto e direção de Cecília Pellegrini.





A trupe pedagógica do CEPROMM apresentou na VIII Conferência Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente, a peça teatral “BOM ECA”, texto e direção de Cecília Pellegrini.




